1. Qualquer coisa que existe apenas para satisfazer as politicas internas do dono do site precisa ser eliminada.

2. Qualquer coisa que existe apenas para satisfazer o ego do designer deve ser eliminada.

3. Qualquer coisa que é irrelevante para o contexto da pagina deve ser eliminada.

4. Qualquer função ou técnica que reduz a visibilidade do visitante de navegar livremente deve ser retrabalhada ou eliminada.

5. Qualquer objeto interativo que força o visitante a adivinhar o significado deve ser retrabalhado ou eliminado.

6. Nenhum software além do browser propriamente dito deve ser necessário para o website funcionar corretamente.

7. Conteúdo deve poder ser lido primeiro, imprimido em Segundo e possível de download em terceiro lugares.

8. Usabilidade jamais deve ser sacrificada em prol do guia de estilo.

9. Nenhum visitante deve ser forçado a registrar ou fornecer dados pessoais a não ser que o dono do site não possa fornecer o serviço ou completar uma transação sem eles.

10. Quebrar qualquer uma dessas regras será considerável ultrajantemente bárbaro.*

* Desavergonhadamente roubado das famosas Regras para Escritores de George Orwell.


Os dogmas da web foram concebidos por Eric Reiss em 2003, inspirados pelos “Irmãos Dogma” Thomas Vinterberg e Lars Von Trier. A ideia era criar uma séria de roteiros para o design, conteúdo e facilidade de uso, que são as sólidas bases ao contrario de modas efêmeras e desenvolvimentos tecnológicos.

Depois de uma discussão inicial com seus companheiros arquitetos de informação, Jacob Rasmussen, Rasmus Lasthein e Stig Anderson, o projeto entrou em hibernação. No outono de 2005, Eric estabeleceu a forma e o resumo dos conceitos. O documento circulou entre amigos da primavera (No hemisfério norte) de 2006 para refinar o linguajar.

A versão atual foi primeiramente publicada como uma página datilografada no mural do 7º “Information Architecture Summit” em Vancouver, Canadá em maio de 2006. Desde então os Web Dogmas tem recebido uma recepção entusiasmada de designers pelo mundo inteiro. (Tente pesquisar no Google por “Web Dogma.”)

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